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http://galerias.motoresmagazine.net/categories.php?cat_id=238
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Tais foram a azáfama e animação que a primeira prova do género originou, assim como a aceitação das gentes graciosenses perante um evento que, comparações à parte, nada ficou a dever a outros de bem maiores responsabilidades e pergaminhos. Em termos de retorno mediático, económico, e da valia social do certame, estão para já de parabéns todas as entidades que proporcionaram três dias de festa a guardar no álbum das recordações.
Com muito público na estrada, o primeiro troço foi dominado por Tiago Azevedo, que ganhou mais de 5 segundos à concorrência nos 3650 metros dos Vimiais, sendo que Marco Veredas, César Silva e Fernando Meneses se ordenavam por aquele que seria o pódio final da prova. Surpresa por parte do mais novo dos manos Silva, que apenas na 2ªPE seria batido pelo mais galardoado Artur, piloto que na ponta final viria a sentir problemas mecânicos no Saxo Cup.
Aí Marco Veredas puxou dos galões, e em dois troços alcançou 6,5 segundos de vantagem, sobre um Meneses que sentia problemas de travões e que tinha César Silva a uma décima, e já ciente de que o irmão Artur estava fora da luta, mesmo se já vencera um troço (2ª PE). Ronde final com Veredas a cimentar a liderança, passando a ostentar o título de primeiro vencedor de um rali na Graciosa, e o “rush” final de César Silva a dar-lhe o segundo lugar e o triunfo no troço final. Meneses fecharia o pódio, na frente de Artur Silva e da surpresa do rali, o local Cláudio Bettencourt, que no Saxo ex-Nuno Rocha mostrou talento e sangue frio, nunca alimentando passos maiores demais na estreia em competição, e a ter no apoio da vasta audiência uma suplementar dose de ânimo para a excelente prova que fez. Ainda nos dez primeiros boas provas para Paulo Meneses e para José Vieira, em crescendo com o Clio cinzento, e a vencer a F2 depois do abandono de Cláudio Cabral, que esteve nos lugares da frente até o motor do Clio amarelo ceder.
Entre os VSH Jorge Sousa entrou a vencer, embora com apenas 0,2 segundos de avanço para Marco Sousa, que passaria a seguir para o comando, antes de deixar o 309 GTI parado na assistência com o motor a “bater” e de forma a não provocar danos no propulsor francês. Já de tarde, Ricardo M. Moura mostrou toda a valia do Volkswagem, depois de Lizuarte Mendonça ainda ter passado pelo comando, na altura em que também Jorge Sousa voltava à carga após um toque nos Vimiais. Moura dominou as três PE’s da tarde, chegando ao derradeiro troço na frente, mas uma roda causou o dissabor de perder com a meta à vista, sendo Jorge Sousa o homem a quem coube abrir o champanhe final.
No reino dos Clássicos o ritmo inicial de Adelino Sousa esteve bem acima dos restantes, mas apenas enquanto o motor do Escort MK1 deixou, fazendo bons tempos e dando espectáculo, até que Carlos Borges – em dia de aniversário… - soube aproveitar a brecha, mesmo se o Kadett GT/E apenas de tarde trabalhou a rigor.
Foi num clima de festa que decorreu todo o Rali ilha Graciosa. O 1º rali de sempre na ilha branca foi seguido por imensa gente que aderiu em massa ao espectáculo. Com 50 concorrentes à partida, com veículos muito diversos, uns mais competitivos, outros menos, mas com todos os concorrentes com uma “grande alma” e prontos a darem o espectáculo possível que as suas viaturas permitiam. Na Graciosa pudemos ver a pura paixão pelos ralis algo que nos fez recordar bons velhos tempos…
Já em marcha e em contagem decrecente, o Rali da Graciosa tem o seu inicio marcado para muitos já dia 16 com o embarque de viaturas e passageiros a deslocar para a ilha, onde a azafama vai ser grande. Com chegada prevista para as 18:00 dá-se inicio há festa do Rali pela primeira vez presente na ilha Branca e com expectativas elevadas por parte de todos.
Tendo sido inaugurado esta semana, o novo Hotel da Graciosa dispõe de excelentes condições na area de alojamento.